LUX VERITAS

Biblioteca de Textos Sagrados

Apócrifos · Capítulo 7 de 22

Martírio de Policarpo 7

Ato dos Mártires

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Levando, pois, o jovem consigo, na sexta-feira, por volta da hora do jantar, os guardas e cavaleiros saíram com as suas armas habituais, como se corressem contra um salteador. E chegando juntos à tardinha, encontraram o próprio homem deitado em um aposento superior de certa casinha; e embora pudesse dali fugir para outro lugar, não o quis, dizendo: 'Seja feita a vontade de Deus'.

2Ao ouvir, pois, que haviam chegado, desceu e conversou com eles, admirando-se os presentes de sua avançada idade e de sua compostura, e perguntando-se por que tamanho empenho se pusera em prender um ancião de tal porte. Imediatamente, naquela mesma hora, mandou pôr diante deles comida e bebida à farta, quanto quisessem, e pediu-lhes que lhe concedessem uma hora para orar desimpedidamente.

3E tendo eles assentido, levantou-se e orou, tão cheio da graça de Deus que durante duas horas não pôde calar-se, pasmando todos os que o ouviam, arrependendo-se muitos de haverem vindo contra um ancião tão venerável.

Palavras deste capítulo

O que estas palavras diziam no original — e onde mais elas aparecem.

Sobre Martírio de Policarpo

O relato de testemunha ocular da morte do bispo de Esmirna no estádio, com a resposta que ficou: oitenta e seis anos servindo a Cristo, como blasfemar dele agora? Texto em inglês: The Apostolic Fathers, Martyrdom of Polycarp (1891), J. B. Lightfoot, 1891 (domínio público). Português e espanhol: tradução do Lux Veritas a partir dessa edição.

Fonte: The Apostolic Fathers, Martyrdom of Polycarp (1891), J. B. Lightfoot (1891) · domínio público