Irmãos, devemos pensar de Jesus Cristo como de Deus, como do Juiz dos vivos e dos mortos.
2E não devemos ter pensamentos mesquinhos acerca da nossa Salvação; pois quando pensamos coisas insignificantes a Seu respeito, esperamos também receber coisas insignificantes. E os que escutam como se se tratasse de coisas insignificantes erram; e nós mesmos erramos, não sabendo donde, nem por quem, nem para que lugar fomos chamados, e quantas coisas Jesus Cristo suportou padecer por amor de nós.
3Que retribuição, pois, Lhe daremos? Ou que fruto digno do dom que nos concedeu? E a quantas misericórdias somos devedores a Ele!
4Pois Ele derramou a luz sobre nós; falou-nos como um pai a seus filhos; salvou-nos quando estávamos a perecer.
5Que louvor, então, Lhe tributaremos? Ou que pagamento em retribuição pelas coisas que recebemos?
6Nós, que éramos mutilados em nosso entendimento e adorávamos paus e pedras, ouro, prata e bronze, obras de mãos de homens; e toda a nossa vida nada mais era senão morte. Estando nós, pois, assim envolvidos em trevas e oprimidos por esta densa névoa em nossa visão, recobramos a vista, despojando-nos pela Sua vontade da nuvem em que estávamos envoltos.
7Pois teve misericórdia de nós e em Sua compaixão nos salvou, tendo contemplado em nós muito erro e perdição, mesmo quando não tínhamos esperança alguma de salvação, a não ser a que vinha d'Ele.
8Pois chamou-nos quando não éramos, e do não ser quis que viéssemos a ser.